O presidente do PL em Mato Grosso do Sul, o ex-governador Reinaldo Azambuja, informou que duas pesquisas servirão de base para o partido escolher o nome que junto com ele concorrerá ao Senado pela legenda, que este ano abre duas vagas. Ele reafirmou que quando ingressou no partido, em conversa com o presidente nacional Valdemar da Costa Neto e o ex-presidente Jair Bolsonaro, teve garantia de seu nome na disputa. A polêmica sobre a segunda vaga surgiu após a inclusão do nome do deputado federal Marcos Pollon por indicação do ex-presidente, enquanto as articulações envolviam o ex-deputado estadual Renan Contar, que também ingressou no partido para disputar a vaga.
Além deles, ainda se apresentou como pré-candidata a vice-prefeita de Dourados, Giane Nogueira. O nome de Pollon entrou na disputa como pré-candidato por indicação do ex-presidente e da ex-primeira-dama, Michelle. O próprio filho de Bolsonaro, o senador carioca Flávio, indicado pelo pai para disputar a presidência da República, defendeu que o ex-presidente desconhecia os acordos que já haviam sido firmados.

