O deputado federal Marcos Pollon (PL) acredita que a proibição de visita de Flávio Bolsonaro ao pai, Jair Bolsonaro, é “perseguição política”. A determinação é do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, após o pré-candidato à presidência, senador Flávio Bolsonaro, ler carta do pai sobre as Eleições de 2026.
E leitura ocorreu após o senador visitar Jar Bilsonaro, que cumpre pena em regime domiciliar. “Quando direitos fundamentais passam a depender de quem é o acusado, não estamos mais diante de Justiça, mas de perseguição política e intervenção nas eleições”, disse o deputado federal por Mato Grosso do Sul.
O deputado por MS disse que a decisão de Moraes pode ser vista como intervenção no exercício da advocacia. Então, destacou que “Flávio Bolsonaro é advogado integrante da defesa técnica do ex-presidente

